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A figueira

As figueiras são plantas, geralmente árvores, do género Ficus, família Moraceae. Também são conhecidas como ficus, gameleira e caxinguba, palavra de origem tupi-guarani. Há cerca de 755 espécies de figueiras no mundo, especialmente em regiões de clima tropical e subtropical e onde haja presença de água. O género Ficus é um dos maiores do Reino Vegetal.
As figueiras podem crescer de forma enérgica e por isso não é indicado que se cultivem figueiras de grande porte perto de casas, pois o crescimento de suas raízes têm a capacidade de deformar as paredes das residências.
Por fornecerem alimentos a aves, símios, morcegos e outros animais dispersores de sementes, têm importância na preservação das vegetações nativas tropicais e subtropicais. Os figos caídos no solo e na água servem também de alimentos a vários outros animais, incluindo peixes e insectos.
As figueiras podem ser cultivadas de duas formas principais: por semeadora e por estaquia. O cultivo por semeadora pode ser feito no caso de se obter sementes viáveis de figos. Isto ocorre quase sempre nos locais onde a figueira é nativa. O cultivo por estaquia é empregado no cultivo de figueiras da espécie Ficus carica no Brasil e também quando não se dispõe de sementes da espécie.

Autores: Alexandre Horta e David Martins

Freixo

O freixo (Fraxinus excelsior) é uma árvore da família das Opiáceas, a mesma família a que pertence a oliveira. É uma árvore de solos frescos e profundos, de porte médio, que pode atingir cerca de 25 metros de altura. A casca tem sulcos profundos, verticais e é castanha escura acinzentada. As folhas são verdes. As flores, que não têm cálice nem corola, são em cachos, pendentes, e surgem antes do aparecimento das folhas.
Uso medicinal
As folhas podem ser utilizadas em forma de chá, com muito bom gosto ao paladar e que é muito diurético, pode combater os sintomas da gota e do reumatismo, assim como é utilizada para auxiliar nos problemas de obstipação e regular o colesterol. A casca é utilizada para combater a febre e pode auxiliar na cicatrização de feridas.
Autores: Filipe Bento, Miguel Nobre e Pedro Caetano

Zimbro

O zimbro é um arbusto imortal da família das cupressáceas que só atinge ate um metro mas a outras espécies que podem chegar de dois ate seta metros de altura. É chamado também cedro, genebreiro, junípero, junípero-comum, zimbrão, zimbro, zimbro-anão zimbro-comum, zimbro-rasteiro e zimbro-vulgar. Os ramossão geralmente em grupos de três com a base ao mesmo nível no caule são ascendentes ou rasteiros, a casca é lisa com ramos pequenos. O fruto é formado por gálbulos pruinosos de seis a nove mm, e ficam pretos quando maduros e podem ser usados para fazer uma bebida que se chama genebra. Em Portugal encontram-se sob uma subespécie que se chama nana nos pontos mais altos da Serra da Estrela e da Serra do Gerês.

Autores: Rafaela Costa, Raquel Rosa e Sofia Palma

Trevo de quatro folhas

O trevo de quatro folhas é uma planta dormideira porque precisa de pelo menos oito horas de escuridão para ter um bom desenvolvimento. O trevo de quatro folhas é uma folha de trevo que apresenta quatro em vez das normais três folhas. O trevo de quatro folhas precisa de uma temperatura média de 25ºc, precisam de chuva constante, as suas folhas podem ficar bem grandes chegando ate a rasgar as margens. O trevo pode atingir os 30 cm de altura. É uma planta herbácea.
Autores: Rafaela Costa, Raquel Rosa e Sofia Palma

A esteva

A Esteva é uma espécie de planta com flor da família Gistaceae. As suas folhas libertam uma resina aromática. A Esteva pode também chamar-se Estêva Ládano; Lábdano; Roselha; Xara. Elas encontram-se nos matos. Na Esteva nasce uma flor branca. É nativa da parte ocidental da região mediterrânica, crescendo desde o sul de França a Portugal e no noroeste de África. O nome do género da esteva Cistus tem a ver com o facto de os seus frutos serem cápsulas globosas com 7 a 10 compartimentos. Vem do grego ciste que significa caixa, cestos. Toda a planta apresenta-se recoberta com um exsudado de resina aromática, as folhas são persistentes e laceoladas.

Autores: Rafaela Costa, Raquel Rosa e Sofia Palma

A Hortelã da ribeira

A Hortelã da ribeira (Menta cervina) (também alecrim do rio, erva peixeira, hortelã crespa, hortelã dos campos, hortelã dos pântanos, menta peixeira) é uma planta da família Lamiaceae utilizada no Algarve como erva aromática para temperar as calde iradas. Distribui-se pela Península Ibérica, Norte de África e Sul da França.

Autores: João Braizinha e Manuel Inácio

Tamuje

Mareie africana surge em Mértola onde é conhecido pelo nome popular de Tamuje. Aparece ainda no centro e Sul de África e também do Afeganistão ao Nepal. É um género botânico pertencente à família Myrsinaceae.

Autores: João Braizinha e Manuel Inácio

O Poejo


O poejo é uma das espécies mais conhecidas do género Mentha. O poejo cresce em sítios húmidos ou junto de cursos fluviais, onde pode ser encontrada selvagem entre gramíneas e outras plantas. Os seus erectos talos quadrangulares, muito ramificados, podem chegar a medir entre 30 a 40 cm. As folhas são lanceoladas e ligeiramente dentadas, de cor entre os verdes médio e escuro. Dispõem-se opostamente ao longo dos talos.
É uma planta típica de zonas húmidas, margens de ribeiros e linhas de água (cheiro a serra)
Pertence à família das mentas mas tem um aroma característico
O seu nome específico deriva de pulga e era usado para combater esta praga nos animais domésticos. Também afasta as formigas.
No Alentejo usam-na muito em sopas, caldos e na açorda.
Na medicina tradicional, tem propriedades: expectorante, contra a gripe, tosse crónica, calmante para o sistema nervoso, constipações, insónias, dores reumáticas, acidez do estômago, fermentação, enjoo, bronquite e asma.

Iuliana e Leandro